Existe uma “tradição” na
política eleitoral de Santa Cruz do Capibaribe, que aponta o carnaval como um
divisor de águas na montagem das chapas que irão disputar a corrida pela prefeitura
do município. Se após os festejos carnavalescos os dois principais grupos políticos
da cidade não bater o martelo em 100%, pelo menos, algumas possibilidades se
afirmam ou cai por terra, abrindo margem para outras sondagens.
É bem verdade que, nas
ultimas disputas os grupos Bocas Pretas e Taboquinhas só apresentaram suas chapas
bem depois do carnaval. E caso mais clássico foi em 2012 onde o candidato a vice-prefeito do grupo Taboquinha só foi ser conhecido horas antes da convenção.
Porém, em ano de eleição
municipal o carnaval é um tempero indispensável, principalmente o carnaval litorâneo
entre a divisa de Pernambuco/Alagoas, e aqueles que almejam fazer parte da
disputa majoritária tratem logo de incluir esse roteiro na sua agenda para não
ver suas pretensões “morrer na praia”.
Vale lembrar que
daqui a exatos 365, ou seja, um ano, teremos um carnaval eletrizante, não
apenas culturalmente, mas também politicamente.
Por:
Nilson Pereira.

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